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O que você precisa saber sobre as novas cobranças de energia solar a partir de 2023?

Olá, leitores!

Como todos sabem, a energia solar é uma fonte de energia limpa e renovável que está se tornando cada vez mais popular. Como resultado, muitos consumidores estão adotando sistemas fotovoltaicos para gerar energia e reduzir o custo da conta de luz. No entanto, com a lei 14.300/2022 esses sistemas passaram a ter novas cobranças que precisamos considerar e verificar o impacto no investimento. Neste post, vamos discutir as novas cobranças que devemos considerar ao adotar sistemas fotovoltaicos. Vamos também discutir como essas cobranças não são um bicho de sete cabeças para a rentabilidade dos sistemas, principalmente quando falamos de autoconsumo local.

Antes de mais nada, precisamos entender o que é o Fio B, que nada mais é do que o valor cobrado pela distribuidora para cobrir os custos de infraestrutura e manutenção da rede de distribuição, e como sistemas fotovoltaicos injetam energia na rede da distribuidora, deve-se remunerá-la pelo uso, mas é importante entendermos que esse valor só será cobrado a partir do momento que utilizarmos essa energia como crédito.

Após a mudança da Lei 14.300/2022 , com a REN 1000 e 1059 ficou decidido que para clientes que protocolaram seus projetos após o dia 7 de Janeiro de 2022 que a cobrança mínima para os clientes é o maior valor entre o custo de disponibilidade e o valor do Fio B, lembrando que o fio b será cobrado escalonado sendo por porcentagem do seu valor total, começando em 2023 com 15% do valor do fio B, 30% em 2024, 45% em 2025, 60% em 2026, 75% em 2027 chegando a 90% em 2028, isso no caso de clientes de GD II, ou seja geração junto a carga, Autoconsumo Remoto até 500 kW, EMUC e geração compartilhada.

Instalações que se enquadram como Autoconsumo remoto maior que 500 kW e Geração compartilhada maior que 500 kW onde um consumidor tiver 25% ou mais dos créditos da usina, se enquadram como GD III e nesse caso as componentes tarifárias cobradas já são mais altas sendo 100% da TUSD fio B, 40% da TUSD fio A, TFSEE e P%D.

Em suma, a lei 14.300/2022 trouxe novas cobranças para sistemas fotovoltaicos, mas isso não significa que os sistemas não sejam rentáveis, muito pelo contrário. É importante entender como essas cobranças funcionam e como elas afetam individualmente cada investimento. Quer verificar como fica para o seu caso em particular? Chame um de nossos consultores que estamos completamente capacitados para te atender da melhor maneira possível.





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